Nesta edição do CLN (26Jan26), terremoto no IBGE; sindicato do crime organizado em convulsão; desdolarização em marcha… e muito, muito mais.
Se você puder, contribua! Preciso muito da sua ajuda!
Pix: 61-98114-9428 ou 61-98347-3357
Obrigado!
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Obrigado!
Caro Sr Lessa. Concordo plenamente com sua opinião sobre o resultado prático dessa “marcha pela liberdade”. O brasileiro continua andando em círculos enquanto a esquerda passa o trator e a escavadeira sobre nós e nossa terra. Há muitas mais considerações sócio-politicas a serem feitas…mas faltaria espaço agora. Nos anos 60 tivemos uma “passeata dos cem mil”… E cá estamos nós outra vez…
Exatamente, Caro Nereu. Abração!
O Sr já pensou no paralelo com a china? Falando em china caçar seus generais…. E lembrando o Descondenado “caçando” os “sem vergonhas” que apoiam o escândalo do banco master, caçando o sinistro Tófudi….que foi sua cria, seu “monstro de Frankenstein”…. Que paralelo, hein…. E logo no universo comunista….
É por aí, mesmo…
Bom dia Cláudio, sua opinião sobre a manifestação do Nikolas é verdadeira porém, me pergunto todos os dias: o que devemos fazer? E até o momento não tive nenhuma resposta prática ou orientação. Estamos de mãos amarradas!! Entendo que somente o senado poderia fazer algo, mas sabemos que estão quase todos envolvidos ou ameaçados….
Luciana, bom dia. A situação do Brasil é calamitosa, mas é preciso que aqueles que defendem a verdadeira democracia e são contra o status quo saiam efetivamente em defesa de seus direitos. Como (excetuando-se a promoção de um banho de sangue), por exemplo? O distinto público continuará achando que está de mãos amarradas até que ele se una. Se Brasília tivesse sido invadida por 5 ou 6 milhões de pessoas (não 100 mil, ou 18 mil, ou 50, ou 200), a história teria sido outra. Mas… para que isso aconteça, é preciso que 5 ou 6 milhões de pessoas se disponham a se unir e fazer exatamente isso, repelindo a ideia de que estão com mãos amarradas. Se 6 milhões de pessoas invadissem Brasília, poderiam, sem dificuldade, avançar Papudinha adentro e retirar Bolsonaro, levando-o para casa. Poderiam, sem dificuldade, invadir a praça dos 3 podres poderes e ocupar aquilo ali até a queda efetiva e real da quadrilha que infestou aquele local. Luciana, isso não pode ser feito apenas com 500, 2000, 18 mil, 100 mil. Precisa ser feito com uma massa gigantesca de gente. Haverá reação das forças de segurança? Sim. Haverá mortos? Sim. Num universo de 6 milhões de pessoas, se 100 forem mortos pelas forças de segurança, serão 100 heróis que deram a vida em defesa da restauração da democracia, de um país livre desses ratos imundos. Sei que tudo isso soa como um sonho de uma noite de verão, mas a verdade é que, sem a participação maciça da população, nada vai mudar. Enquanto todo mundo se preocupar com o carnaval, a quantidade de feriados, a copa do mundo e com as ocasionais lacrações da “oposição”, tudo ficará do mesmo tamanho, na minha humilde opinião.
Abração!
Cláudio, sou seu seguidor desde o início. Moro em Brasília há 15 anos. Estive na Praça do Cruzeiro durante a chegada da caminhada do Nikolas e posso te dizer com certeza que VOCÊ NUNCA viu una chuva como a que aconteceu na última hora da caminhada. Pesquise os vídeos do CEASA e da Feira dos Importados inundados naquele dia e hora. Era praticamente um dilúvio, mas o povo não arredou pé nem mesmo após o terrível raio cair. 18 mil pessoas? Só se fosse na fila de espera. Tinha MUITO mais. Se não tivesse chovido daquele jeito tenebroso, teria ainda maior. E você não presenciou o que eu e todos ali vimos: A tempestade simplesmente parando, o céu abrindo e os ventos cessando EXATAMENTE no momento em que o Nikolas chegou e subiu no caminhão.
É de uma ignorância absurda você não se tocar de que foi a PRIMEIRA VEZ, desde que todos os inocentes do 8 de janeiro foram presos e condenados, que houve uma manifestação desse tamanho EM BRASÍLIA, mesmo debaixo, repito, de um DILÚVIO. 18 mil (que eram no mínimo, o dobro), não são “gatos pingados”. São heróis que fizeram as pessoas vencerem o medo de perseguição e o conformismo.
Um abraço!
Claudinei, boa noite. Eu lhe agradeço muito pelo relato em primeira mão, vindo de alguém que esteve no local e testemunhou tudo o que aconteceu ali. Eu não tenho como discordar de você, uma vez que estou longe, me baseei nas informações que chegaram até a mim pelas diversas fontes disponíveis, e também pela observação de uma foto aérea do local que não revelava a quantidade de gente que você mencionou. Eu morei em Brasília de 1963 a 1982, e de 2001 a 2024. Só posso concordar com sua descrição do dilúvio. No entanto, me lembro de ter estado na esplanada dos ministérios com muito, mas muito mais gente reunida. Era difícil caminhar entre as pessoas, de tanta gente. Por isso (talvez equivocadamente) não dei o devido valor ao evento que você descreveu. Mais uma vez, muito obrigado pelas informações e pelas dicas. No futuro, quando houver algo desse tipo (e dessa magnitude) ocorrendo, gostaria que você me mantivesse informado diretamente, para que eu possa repassar aos netspectadores uma visão melhor ajustada dos acontecimentos.
Forte abraço do
Claudio Lessa